21, 24, 28 e 31 de agosto







*Curso não recomendado para menores de dezesseis anos.

**Agradecemos aos cineastas, à produtora Eugenia Guevara (A vendedora de fósforos), à distribuidora Descoloniza Filmes e a Ibirá Machado (Minha amiga do parque), à distribuidora FiGa Films e a Sandro Fiorin (Os decentes) por autorizar as exibições dos filmes.








19h às 22h


Cinema argentino contemporâneo



Investimento:
R$ 340,00

Estes quatro encontros serão um mix de minicurso, debate e projeção de longas- metragens. Antes de cada sessão, a pesquisadora Natalia Barrenha aborda o contexto da produção cinematográfica argentina dos últimos anos e comenta o filme da semana.

1 - O cinema argentino depois do nuevo cine argentino
A vendedora de fósforos (La vendedora de fósforos)
Alejo Moguillansky, 2017, 69’
De Andersen a Bresson, da greve da orquestra à greve do transporte público, inúmeros elementos e personagens habitam essa comédia sobre resistentes, em que o prazer da fabulação e da palavra vão desdobrando diversas camadas de sentido.

2 - Novas políticas do documentário
A sombra (La sombra)
Javier Olivera, 2015, 72’
Não é gratuita a citação a Cidadão Kane que Javier Olivera desliza em seu filme-ensaio: a história de seu pai como magnata do cinema nacional, a mansão na qual sua família tinha uma vida idílica. O diretor acompanha, no presente, a demolição dessa espécie de Xanadu e reflete sobre seu sentido como cenário e monumento para reelaborar sua própria biografia.

3 - Comédias preocupantes
Minha amiga do parque (Mi amiga del parque)
Ana Katz, 2015, 84’
Liz está desorientada e fascinada com a maternidade. Enquanto o marido viaja, ela passeia com seu bebezinho no parque e encontra outras mães e pais, entre os quais Rosa e Renata, as insólitas e suspeitas “irmãs R”, epítomes de seu próprio desarranjo.

4 - A cidade partida e problemáticas sociais atuais
Os decentes (Los decentes)
Lukas Valenta Rinner, 2016, 100’
Uma comunidade nudista e um condomínio fechado de luxo são separados por um alambrado e conectados pela empregada doméstica Belén. O filme acompanha o cotidiano desses universos confrontados e dá a ver um processo de mudança na protagonista.

Natalia Christofoletti Barrenha é pesquisadora de cinema argentino, curadora e produtora cultural. Doutora em Cinema pela UNICAMP, realiza estágio de pós-doutorado no Depto. de Teoria e História Literária da mesma universidade. Autora do livro A experiência do cinema de Lucrecia Martel: resíduos do tempo e sons à beira da piscina (Alameda e Fapesp, 2014) e de diversos textos em coletâneas e revistas. Idealizadora e programadora da mostra Histórias extraordinárias: cinema argentino contemporâneo, que é realizada desde 2016 e já passou pelo Rio de Janeiro, por São Paulo e por Curitiba.
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