14, 21, 28 de
setembro






das 19h
às 22h




05, 19 e 26 de
outubro






sextas-feiras






Exposições de arte: curadoria, mediação e produção (2a edição)


O curso tem como objetivo apresentar um breve panorama das áreas de produção, exibição e circulação da arte contemporânea no Brasil. Através do contato direto com especialistas e profissionais atuantes nas diversas atividades que compõem essas esferas, os alunos serão apresentados aos conhecimentos teóricos e práticos do campo das artes.  O ponto de partida é o momento da exibição dos trabalhos artísticos e as atividades que circundam esse evento: da concepção da exposição no plano das ideias, sua construção arquitetônica até a recepção das obras na esfera pública.

Para a segunda edição do curso, pensamos em uma ênfase nas áreas que circundam a atividade da curadoria, e que viabilizam a execução de uma mostra. Analisaremos algumas exposições que tornaram-se memoráveis por integrar expografias radicais com propostas inclusivas de mediação e programas públicos. O módulo de mediação, ministrado por uma artista, e o de produção cultural, ministrado por uma produtora que atua em uma das mais importantes instituições brasileiras, colocam-se também como centrais para a proposta da nova edição do curso, tendo em vista uma concepção mais abrangente sobre as relações entre arte e sociedade.


14/09
Apresentação
Ana Roman e Thierry Freitas
+
Por uma história das exposições (parte 1)
Mirtes Marins de Oliveira


21/09
Por uma história das exposições (parte 2)
Mirtes Marins de Oliveira

















28/09
Mediação
com Graziela Kunsch


05/10
Curadoria, modos de fazer
com Nathalia Lavigne
  • George Didi-Huberman - o historiador da arte como curador. Retomada do pensamento de Aby Warburg e André Malraux e influência dessas ideias em outras exposições contemporâneas.
  • Mario Pedrosa (1900-1981) - o curador como intelectual e articulador político.
  • Curadoria em arte digital e em redes - Christiane Paul, curadora-adjunta de arte digital no Whitney Museum, Projeto Artport e outros exemplos (como a atual exposição Programmed: Rules, Codes, and Choreographies in Art, 1965–2018).
  • Projeto Zip'Up / Zipper Galeria - inserção de jovens artistas no circuito e mercado de arte contemporânea (breve apresentação).



19/10
Expografia
com Marcus Vinícius Santos


26/10
Produção cultural + Produção de exposições
com Angela Gennari










Mirtes Marins de Oliveira é mestre e doutora em Educação: História e Filosofia. É pesquisadora na Pós-Graduação em Design da Universidade Anhembi Morumbi. Curadora de “contra o estado das coisas – anos 70”, na Galeria Jaqueline Martins, em 2014 e Arte para todos! Liberação e Consumo, no Instituto Figueiredo Ferraz (Ribeirão Preto, 2016). Em 2016 lança o livro organizado com Fabio Cypriano, Histórias das Exposições/Casos Exemplares, pela Editora da PUC-SP. Participa, em 2015, do livro Cultural Anthropophagy: The 24th Bienal de São Paulo 1998, da coleção Exhibition Histories, da editora inglesa Afterall com texto sobre a recepção crítica da mostra.

Sobre Graziela Kunsch


Graziela Kunsch é artista, educadora, curadora e editora. Em sua prática educativa defende as noções de “abertura para respostas inesperadas” e “autoformação de público”, tornando o público sujeito propositor daquilo que deseja. Participou de duas edições da Bienal Internacional de Artes de São Paulo (29ª Bienal, 2010 e 31ª Bienal, 2014) e edita a revista Urbânia, cujo quinto número aborda práticas de educação democrática e de mediação em arte (naocaber.org/revista-urbania-5). É doutora pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e atualmente dá aulas de Arte contemporânea, Arte e política hoje e Curadoria e mediação na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Sobre Nathalia Lavigne


Nathalia Lavigne é crítica de arte, jornalista e curadora. Doutoranda no programa de pós-graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde desenvolve uma pesquisa sobre colecionismo digital e imagens de obra de arte no Instagram, é mestre em Teoria Crítica e Estudos Culturais pela Birkbeck, University of London. Escreve para publicações como Artforum, Contemporary And, Folha de São Paulo, entre outras. É uma das responsáveis pela programação do projeto Zip'Up, na Zipper Galeria. Foi uma das pesquisadoras do projeto “Observatório do Sul”, plataforma de discussões promovida em 2015 pelo Sesc São Paulo, Goethe-Institut e Associação Cultural Videobrasil.

Sobre Marcus Vinícius Santos


Marcus Vinícius Santos é arquiteto. Concentra sua atuação no âmbito das artes visuais desde 2006, quando integrou a equipe de arquitetura da 27ª Bienal de São Paulo. Desde então, colaborou com Marta Bogéa, Alvaro Razuk, Vera Hamburger e outros. Desenvolve projetos autorais de exposições em parceria com curadores e artistas, ou a convite de instituições, como Sesc, Itaú Cultural, Paço das Artes e galerias privadas.

Sobre Angela Gennari


Angela Gennari é formada em Artes Plásticas pela FAAP, com pós em História da Arte na mesma instituição e MBA em Gestão de Projetos e Processos no Centro Paula Souza. Atua na área desde 2000. Atualmente coordena o Núcleo de Projetos Culturais da Pinacoteca de São Paulo.



Ana Roman é mestre em Geografia pela FFLCH-USP e doutoranda em Art History and Theory na Universidade de Essex. Dedica-se atualmente a pesquisa em arte contemporânea e curadoria. Foi curadora assistente da mostra “Entre Construção e Apropriação: Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman nos anos 60” (SESC Pinheiros, 2018) e pesquisadora/assistente de curadoria das mostras “Ready Made in Brasil”(Centro Cultural Fiesp, 2017), “rever_Augusto de Campos” (Sesc Pompeia, 2016) , “Lina Gráfica” (Sesc Pompéia, 2014), entre outras. Curou a mostra “Asseidade da fenda”, de David Almeida (Centro Cultural Elefante - Brasília, 2016) e dedica-se regularmente a escrita de textos críticos.
Thierry Freitas é historiador da arte pela UNIFESP. Foi estagiário nos núcleos de comunicação do Centro Universitário Maria Antonia e do MASP, e estagiário do núcleo de curadoria da Pinacoteca de São Paulo. Foi curador das mostras “Hecatombe” (Galeria Sancovsky) e “Daqui a pouco” - em parceria com Ana Roman (Galeria Baró). Com o Coletivo Sem Título, s.d. realizou as exposições “O que não é performance?” e “Tuiuiú”, de Alice Shintani.
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