9, 16, 23 




das 10h
às 17h*




Exceto no último sábado, em que os alunos acamparão na Casa Plana até às 17 horas do dia seguinte (domingo)


e 24
de março





sábados






Imagem e imaginação


Investimento:
R$ A definir



Através deste curso os participantes serão instigados a pensar a imagem que a performance produz e, ao mesmo tempo, é produzida por ela. A prática da performance traz em seu bojo a perspectiva de dar conta do que está para além da efemeridade e do acontecimento, portanto, nessa oficina, a ideia é estimular os participantes a investigar as próprias imagens, sejam elas geradas em trabalhos performáticos ou imagens bidimensionais – a fim de desmoronar certezas e aumentar a temperatura dos processos, de desenvolver um trabalho a partir de um pressuposto: que o produto dele seja o próprio processo de elaboração e construção de imagens (ou suas desconstruções).


Plano de aulas

A primeira etapa da oficina seriam dois encontros regulares e a segunda etapa uma imersão onde os participantes dormiriam durante o final de semana no espaço da Casa Plana. A imagem anuncia o corpo que a produziu, a vida que a criou e uma espacialidade – que deflagram em seus próprios processos potências de disrupção e forças de imaginação. A nossa tentativa será a de lidar com estas instâncias e, ao invés de construir certezas, permitir que a imagem seja a própria mediação e interação entre as perguntas e as respostas que possam surgir.

Perguntas moverão os encontros e serão o território da participação de todos:

  • Como ver uma imagem que seja, antes, a performatividade de uma experiência?

  • O que pode uma imagem que escapa a si mesma?

  • Como pode uma imagem real (material) não subjugar a imagem interior que a produziu? 

A nossa tentativa será a de colocar o coração nessa experiência e ampliar o sentido das perguntas.

Os encontros serão dedicados ao reconhecimento das nossas produções imagéticas-performáticas, na construção de algo. É trazer à tona a percepção de que em qualquer movimento há uma busca pela beleza, pelo sabor, pela estética e pelo sublime. Não se espera que as respostas sejam eloquentes ou narrativas. Elas provavelmente chegarão por meio de uma performatividade que se instaura numa foto, num gesto, num desenho de espaço.






Sobre Karlla Giroto


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