07 e 08 de dezembro



sábado:
10h às 17h






sexta:
19 às 22h

Imagens Vertentes: introdução à linguagem do cinema analógico e oficina de animação direta em 16mm

Em dois encontros, trabalharemos a película 16mm como suporte artístico.
No primeiro dia serão projetados diversos filmes evidenciando técnicas de animação direta (cameraless animation) e experimentos da dupla Distruktur, além de trabalhos de artistas que inspiram a sua prática em mídia analógica 16mm. Serão discutidos quadro/enquadramento, repetição/variação e outros aspectos que devem ser levados em conta para criar ou reproduzir movimento. Terminaremos com uma apresentação dos materiais e instrumentos de trabalho.
No segundo encontro, cada participante irá criar sobre um trecho de película transparente 16mm um pequeno filme a partir da técnica e materiais escolhidos. Após a projeção da peça coletiva (uma obra temporária que será registrada digitalmente) e uma discussão sobre o processo e os resultados, cada participante levará consigo o trabalho criado.


Investimento:
R$ 390,00 (com material incluso)

Se você se inscrever com +1 amigo, ambos ganham 10% de desconto no boleto. Escreva para contato@casaplana.org.

Distruktur é Melissa Dullius (Porto Alegre, 1981) e Gustavo Jahn (Florianópolis, 1980).
Vivem e trabalham em Berlim desde 2006. Juntos formam Distruktur. Movendo-se através das fronteiras entre arte e cinema, experimental e narrativo, fotografia e imagem em movimento, exploram em seus trabalhos diferentes níveis da experiência sensorial e intelectual. Desestabilizam as noções do real e do imaginário ao mesmo tempo em que fundem as camadas de passado, presente e futuro. Deslocamento e transposição acontecem aqui como estratégias para produzir transformações, e as narrativas instáveis a que dão vazão sugerem que há muitas outras maneiras de comunicação além das normalmente conhecidas. Combinando ficção com arquivo pessoal, os trabalhos da dupla fazem abrir um baú pessoal e coletivo, onde se encontram e reorganizam fantasticamente símbolos de diversas eras e lugares, denotando as veias profundas que unem os indivíduos e as culturas que os formam.
Começaram a fazer filmes em Porto Alegre no ano 2000, primeiro em Super 8 e depois em 16mm. Depois de mudarem-se para Berlim, juntam-se ao grupo fundador do coletivo LaborBerlin e.V. e passam incorporar práticas experimentais de filmagem e revelação analógicas ao seu processo criativo. Além de conceber e produzir imagens em movimento também trabalham como atores, músicos e técnicos de laboratório de cinema, realizando grande parte da pós-produção dos seus filmes. Seus trabalhos tomam forma como filmes, instalações, filmes, performance, fotografias, textos e impressos.
Nos últimos anos participaram de festivais como Berlinale, Torino Film Festival, Mostra Internacional de Cinema de SP, Videobrasil, Melbourne IFF, e em instituições de arte como Berlinische Galerie, Contemporary Art Centre Vilnius, CCBB-Rio, Paço das Artes-SP e SESC, onde participam da exposição coletiva Via Aérea, em cartaz até 2 de dezembro desse ano.






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