Patrícia
Freitas

 

Patrícia
Freitas



14 de
julho



sábado





10h
às 13h





Muralismo em São Paulo:
aula aberta pela cidade - Módulo I


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Em que ponto termina a arquitetura e começa a arte? Como essas linguagens se interconectam e a quem falam? Quais são suas narrativas e seus personagens? Inserido no período de maior verticalização da cidade, o muralismo moderno surgiu em São Paulo nos anos de 1950 e 1960, a partir da atuação de importantes arquitetos e artistas. Em 3 caminhadas, iremos conhecer emblemáticos murais da cidade, acompanhados pela historiadora da arte Patrícia Freitas.



Em 1954 São Paulo fez 400 anos e com isso a cidade se inundou de artistas, arquitetos, intelectuais, turistas, empresários, e trabalhadores vindos de toda parte atrás de oportunidades.

É nesse cenário celebrativo e de alta verticalização da cidade que foram produzidos dezenas de murais em tempo recorde. Nessa caminhada iremos conhecer alguns remanescentes importantes dessa produção, dentre os quais estão obras de renomados artistas como Roberto Burle Marx, Di Cavalcanti e Clóvis Graciano.


Patrícia Freitas é Dra. em História da Arte pela Unicamp, com especialização em arte e arquitetura do século XX. Atualmente é professora e pesquisadora pós-doc no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC-USP).

Murais

  • Edifício Hotel Jaraguá (antigo Estadão), Clóvis Graciano, Di Cavalcanti e Adolph Franz Heep, 1952;
  • Teatro Cultura Artística, Di Cavalcanti e Rino Levi, 1949;
  • IAB, Antonio Bandeira, Abelardo de Souza, Galiano Ciampaglia, Hélio Duarte, Jacob Rutchi, Rino Levi, Roberto Cerqueira Cesar e Zenon Lotufo, 1952;
  • Galeria Califórnia, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer e Carlos Lemos, 1953;
  • Edifício Triângulo, Di Cavalcanti, Oscar Niemeyer, 1954;
Empório La Rioja (antigo Banco Nacional), Clóvis Graciano, 1962
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